Infectologista fala sobre sífilis na Rádio USP
As infecções por sífilis têm tido um recrudescimento preocupante no Brasil. Segundo o infectologista Marcelo Magri, do Departamento de Moléstias Infecciosas do Hospital da Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, tanto pessoas que têm uma maior exposição, por exemplo, profissionais do sexo, até pessoas que só têm um parceiro vêm sendo surpreendidas com a bactéria.
O médico enfatiza a importância de se utilizar preservativo durante o sexo oral e avalia que o uso de drogas e álcool tende a levar a uma perda do senso crítico, o que pode ser um fator de risco em uma relação sexual. Magri indica, sobretudo, a realização de exames médicos periódicos. A repórter Sylvia Miguel, inclusive, passou pelos procedimentos para confirmar sua praticidade.
Fonte: Jornal.usp.br



